terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Convocamento de Narrativa
Domingo e Sexta-Feira.
Espero comentários a respeito desse convocamento.
Grato, Danto.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
O Diário de Narrativa II
E ae!
Em brasília, no meu primeiro tempo realmente livre. Internet de 10 megas...baixando trocentas coisas ao mesmo tempo... Mas infelizmente, mal posso escutar Maiden ou outras bandas. Mas vamos até onde interessa. Esse é o segundo diário de narrativa e gostaria de acrescentar alguns pontos para o futuro da narrativa e convidar TODOS os jogadores a comentarem.
Primeiramente, a respeito do horário de duração da narrativa. As narrativas serão exclusivamente nos finais de semana, salvo por ocasiões especiais onde a antecipação de 5 dias será necessária para confirmar a narrativa. O horário previsto é: Inicio 14h (estendendo-se ao máximo de 14:30h) e o Término será as 19:30h (estendendo-se ao máximo de 20h).
Segundo, a respeito do XP. A distribuição de XP será dada da seguinte forma: XP por encontro e XP por secessão. Qualquer atraso ou saída antes do horário resultará em penalidade no XP por secessão, e o mesmo será decido pelos seguintes aspectos: Cooperação, Interpretação, Ações Heroicas, Atenção. Enquanto ao XP por encontro, é simples, basta participar do mesmo.
Fragmentos de Tiamat
(…) Sim, as asas prateadas de Bahamut trouxeram paz ao mundo. Mas não depositem sua fé naquele que com sangue usurpou. Nós somos os escolhidos e criados para governar, nossa revoada é uma dádiva e aceitar a derrota de braços abertos não é de nossa natureza (…) São todos vocês meus filhos, guerreiros encouraçados, os herdeiros desse mundo e é sob a canção da destruição que iremos imperar. Orem por mim, pois sou eu o único e verdadeiro deus, ceifem e degolem aqueles que ousam reverenciar o grande usurpador. A era metálica terá seu fim na ausência da cor, nos prantos desses frágeis mortais cuja natureza pútrida não será perdoada. (…) Eis que o novo imperador nascerá e trará fim ao império fraco e fragmentado, sob suas asas rubras não haverá misericórdia. Será este o meu imperador, meu arauto, meu escolhido. Será este o herói e o símbolo, o império draconato se erguerá aos céus e a nova revoada espalhará o caos e a destruição pelas escamas dos meus herdeiros.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Lendas Lendárias
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Lendas Lendárias
Estou inaugurando as lendas lendárias, algo que costumava ler numa antiga revista de rpg chamada "Dragão Brasil", mas isso não é muito interessante. As lendas lendárias as pérolas que ocorrem na narrativa, as merdas feitas ou ditas e coisas do gênero. =P
Para começar, temos a ilustre presença do nosso caro amigo senhor Uccelli em sua frase perfeitamente redundante, realizada durante um diálogo.
Cya!
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Mundo de Vallhelian - O Ocidente
Agora o tópico principal desse post: O Mundo de Vallhelian
Esse mundo foi criado por mim e pelo Srº Danto para uma simples narrativa de D&D, mas que acabou se tornando a melhor narrativa que nosso grupo teve. O mundo é dividido em Ocidente e Oriente e a fronteira dessas partes é o território de Furren, de onde vêm a horda mais maligna desse mundo.
E aqui está o Ocidente de Vallhelian, onde se encontram os quatro grandes Reinos Humanos, além do sempre magnífico Reino Eladrin e o imponente Reino Anão.
Vallhelian - Ocidente
A Era Dourada
“Sobrepujados foram os Anos da Tempestade e os Anos da Revoada, sobrepujados foram os heróis que desapareceram entre o brandir de espadas e o rugido dos dragões. As histórias das tempestades tornou-se distante e imprecisa, poucos tomos sobreviveram as brasas da revoada. Os heróis tempestuosos residem apenas em estátuas nas ruínas de Sarin enquanto os heróis da revoada nunca serão conhecidos. Vivemos em tempos de novos deuses, de novas criaturas, de novos temores. Os dois lados do continente finalmente encontraram-se, o místico tornou-se arcano e assim a nova era teve seu início. A Era Dourada começou...” - Althear, Arquimaga Eladrin.
A Revoada trouxe de volta ao mundo o terror dos dragões, bestas ancestrais tão poderosas que são capazes de exterminar os mais bem treinados exércitos... E foi exatamente assim que aconteceu. Todos os impérios sucumbiram diante do poder das bestiais criaturas aladas forjadas no interior de Furren. Os humanos não foram capazes de derrotá-los, pois já estavam em guerra contra seus semelhantes, os elfos não possuíam exércitos suficientes, enquanto os anões, foram terrivelmente massacrados em seus domínios pela força dos dragões e das raças oportunistas dos subterrâneos. A única salvação para todos foi a bravura dos exploradores que rumou em direção aos ermos, indo na direção contrária das guerras que assolavam as planícies e do medo que devorava os vilarejos. Esses exploradores foram os responsáveis pela descoberta das terras além Furren, trazendo para o conhecimento das três raças regentes a existência de novas raças, novos conhecimentos afloraram e uma esperança surgiu com tais descobertas. Entretanto não houve chance para a criação de algo grandioso a tempo de derrotar o avanço do voo draconico, os dragões conquistaram todos os reinos, todas as cidades, todas as rotas. A sombra do colosso draconico era o líder dentre todos as bestas, imperou sobre o solo de vallhelian por aproximadamente três milênios. Humanos, elfos e anões foram obrigados a servirem como escravos, servos. Nobres, camponeses, comerciantes, heróis, sábios, magos, todos serviram como iguais perante a tirania do colosso draconico. A raça dos draconatos é a herança desse império grandioso e soberano, que encontrou seu fim no orgulho de seu líder e na astúcia dos novos povos que escondiam-se pelos ermos. A grande batalha por Vallhelian ainda é contada pelas canções dos bardos:
“Sob o estandarte do dragão de platina, os filhos da justiça ergueram suas armas. Não havia medo, não havia incerteza, a revoada teria seu fim pelas mãos daqueles que encontraram sob as asas da justiça a bravura e a força necessária. Bahamut desceu dos céus e consigo trouxe seus irmãos, nosso deuses. E ao lado dos que ouviram o chamado lutaram. O colosso nunca mais voltará a voar, as maldições das sombrias bestas jamais voltará a corromper e sob a benção dos novos deuses, os antigos repousaram. Veja! São os novos e dourados ares da liberdade! Assim contou nosso criador, assim a canção ecoara por todos os campos e corações.”
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
O Diário de Narrativa
Então, vamos a versão 4.0!
Algumas modificações modificaram o antigo sistema do D&D no qual o mundo de Vallhelian havia sido “construído”, sendo assim, adaptações ao cenário também ocorreram com o intuito de acolher as novas raças, classes e especificações do D&D 4.0 que já não é mais tão novo assim.
A Wizards of the Coast, empresa responsável pelo sistema, já anunciou um novo D&D e eu realizei a inscrição para futuramente recebermos os playtests dessa nova versão (caso eu seja sorteado é claro lol), mais isso é um capitulo a ser escrito mais à frente.
A real intenção da criação do blog é outra, servirá como um diário de campanha. Um espaço gerenciado pelo narrador onde alguns tópicos serão levantados e postados, para aos que não puderem participar de uma narrativa se inteirarem do decorrido, para os que participaram mas acabaram por esquecer algum detalhe, ou para desafios maiores como charadas e afins que se estenderam até a próxima narrativa. O diário de narrativa é sugerido no Guia do Mestre, acho apropriado tendo em vista o fator “O narrador mora em vitória e só vem no final de semana”, logo podemos tem um local de fácil acesso para todos se comunicarem, visualizarem algumas imagens do cenário, lerem contos, profecias, curiosidades entre outras coisas.