sábado, 18 de fevereiro de 2012

Fragmentos de Tiamat

(…) Sim, as asas prateadas de Bahamut trouxeram paz ao mundo. Mas não depositem sua fé naquele que com sangue usurpou. Nós somos os escolhidos e criados para governar, nossa revoada é uma dádiva e aceitar a derrota de braços abertos não é de nossa natureza (…) São todos vocês meus filhos, guerreiros encouraçados, os herdeiros desse mundo e é sob a canção da destruição que iremos imperar. Orem por mim, pois sou eu o único e verdadeiro deus, ceifem e degolem aqueles que ousam reverenciar o grande usurpador. A era metálica terá seu fim na ausência da cor, nos prantos desses frágeis mortais cuja natureza pútrida não será perdoada. (…) Eis que o novo imperador nascerá e trará fim ao império fraco e fragmentado, sob suas asas rubras não haverá misericórdia. Será este o meu imperador, meu arauto, meu escolhido. Será este o herói e o símbolo, o império draconato se erguerá aos céus e a nova revoada espalhará o caos e a destruição pelas escamas dos meus herdeiros.


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