(…) Sim, as asas prateadas de Bahamut trouxeram paz ao mundo. Mas não depositem sua fé naquele que com sangue usurpou. Nós somos os escolhidos e criados para governar, nossa revoada é uma dádiva e aceitar a derrota de braços abertos não é de nossa natureza (…) São todos vocês meus filhos, guerreiros encouraçados, os herdeiros desse mundo e é sob a canção da destruição que iremos imperar. Orem por mim, pois sou eu o único e verdadeiro deus, ceifem e degolem aqueles que ousam reverenciar o grande usurpador. A era metálica terá seu fim na ausência da cor, nos prantos desses frágeis mortais cuja natureza pútrida não será perdoada. (…) Eis que o novo imperador nascerá e trará fim ao império fraco e fragmentado, sob suas asas rubras não haverá misericórdia. Será este o meu imperador, meu arauto, meu escolhido. Será este o herói e o símbolo, o império draconato se erguerá aos céus e a nova revoada espalhará o caos e a destruição pelas escamas dos meus herdeiros.
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